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terça-feira, 29 de abril de 2014

Se pá, cipó.

O Ministério do Recalque adverte: estou em frente ao computador, ouvindo música do vizinho (Funk, Naldo, e daí pra baixo). Qualquer coisa sem sentido aqui, será sem sentido.

Obs: Aquela empolgação inicial que eu tinha já não existe mais, certo? O que aconteceu foi que eu criei o blog, fiquei empolgadão com novidades e fiz três posts (dois + uma página), e agora o negócio vai ficar normal, com posts aleatórios a qualquer momento.

Hoje ganhei uma vontade repentina de escrever aqui, pra vocês - se é que existe o vocês. Pela tarde, eu jurava ter um tema na minha mente pra discorrer, mas isso foi embora. Não vou ficar fazendo dissertações nem nada do tipo, eu vou falar o que eu acho mesmo. Enfim, eu falo o que eu quiser, o teclado é meu mesmo.
Logicamente, sendo o blog, o teclado e a conexão de internet minhas, posso falar o que eu quiser aqui. Temas polêmicos: racismo, pena de morte, e essas coisas que no mundo do politicamente correto você tem que seguir 'os direitos humanos' e tem que cuidar com cada piu que fala pra ninguém processar você.
O racismo que existe são, na verdade nua e crua, as proibições que impomos automaticamente. Ah, você não pode chamar ele disso, porque é racismo - pensa comigo, essa frase está sendo mais racista do que chamar a própria pessoa disso. Na nossa mente existe uma imagem de que a diferença não pode ficar explícita, uma diferença que é visível fisicamente, mas que não significa nada.
Nossa, como você é racista em dizer que essa pessoa é diferente.
Sim, diferente sim. Mas não por isso essa pessoa tem menos caráter, menos inteligência ou não faz alguma coisa que tal grupo diferente faz. Temos que enxergar o negócio da forma inteligente: cada um é capaz de tudo, basta correr atrás. Corra atrás do conhecimento, de preferência, porque com ele você pode chegar a qualquer lugar.
Estava com vontade de dizer isso pra sociedade. Toma um tapa na cara.

Sobre o título de texto: não usem cipós, subam pelas escadas; o trabalho vai ser o mesmo.

Sobre as crianças que você cria: não as mime, não acoberte tudo que acontece com elas. Crianças precisam aprender que nem sempre vão poder ditar o mundo como elas querem. Agora, se vocês pais discordam e acham que as crianças tem que ser protegidas de todo o mal, deixem elas se tornarem livres pra ver a patada que vão levar. Choque de realidade é a palavra. Atenuar.

Agora, um poema de uma pensadora do período neocontemporâneo brasileiro:
Beijinho no ombro
Que o recalque passa longe.
Beijinho no ombro
Só pras invejosas de plantão.

É isso aí, fiquem com um beijinho no ombro.

domingo, 20 de abril de 2014

Sobre páscoa e julgar e educar crianças.

Foto por Geoffrey Whiteway
Feliz páscoa! Páscoa é tempo de renovação, de mudar, de procurar internamente alguma coisa boa (que ainda não tinha se revelado). Enfim, Páscoa é Páscoa.

Em alguns momentos (quase sempre) acabamos julgando as pessoas pela aparência. Sabe, aquele momento em que vemos alguém e nem temos vontade de conversar, porque parece isso e aquilo. Algumas vezes também, quando ficamos muito tempo sem ver uma pessoa, simplesmente não gostaríamos de falar com ela porque no passado ela era uma pessoa x. Mas acredite, as pessoas mudam. Busque em você mesmo tentar mudar, quanto mais pessoas você conhece, melhor você pode ser (eu teria escrito "melhor você é", mas sei lá, existem sempre exceções ao caso, você precisa realmente conhecer as pessoas, e não só "saber quem é"). O negócio é que você tem que deixar a osmose das coisas boas acontecer, absorvendo o melhor que cada pessoa tem que te passar, e se tornando uma pessoa melhor. Nas conversas do dia-a-dia, acabamos compartilhando experiências, tanto boas como ruins. Aproveite desse compartilhamento e não faça as mesmas burradas. Conversas não foram feitas para serem jogadas fora, certo?

Acho que falei o que precisava, escrevo quando dá na telha. E como isso é uma novidade pra mim - ter um blog pra falar o que quiser e quanto quiser - eu gosto de fazer várias vezes. Com o tempo isso vai ficar menos frequente.

Aliás, se você é pai ou mãe (coisa que ainda não sou), quero fazer um apelo: eduque seus filhos - no imperativo, isso é uma ORDEM. Não deixe que as crianças tenham domínio sobre você ou fique com pena delas. É necessário ensiná-las para o mundo. Além disso, busque desenvolver nas crianças a curiosidade. Quando a criança se torna curiosa quando pequena, cresce querendo aprender, e aí já viu.
Digo isso porque enquanto escrevia o primeiro parágrafo desse post, escutei uma briga com uma criança (bem alta, por sinal) aqui na vizinhança, e queria dizer isso aí.

Abraço, fiquem com energias positivas.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Post inaugural

Se tiver algum sentido o que eu escrevo daqui pra frente, fico feliz. O negócio tem que ser top!

Perguntas que jamais serão respondidas, sendo respondidas:

- Qual a intenção desse bagulho?
Escrever as coisas, mesmo que sem sentido. As vezes é melhor escrever e desabafar do que guardar as coisas pra si, e eu sou fã de escrever pro ar. É tipo, tu escreve sem saber se alguém vai ler, se alguém vai gostar, mas suas palavras saíram. Sabe o twitter? É isso aí, mas eu tenho mais que 140 caracteres.

- Qual o contexto desse bagulho?
Beleza, vamos contextualizar. Eu sou um estudante do ensino médio, Colégio Cônsul, e fico com a consciência pesada quando deixo de estudar (tipo nesse momento que estou cá escrever), deu pra entender a minha situação, né? Segundo, eu não decidi o que quero fazer na universidade, a única coisa decidida aqui é o objetivo: Universidade Federal de Santa Catarina. Mas convenhamos que decidir o que você quer pra sua vida é meio complicado, e agora a água tá batendo na bunda (gelada) e eu não sei que engenharia quero fazer. Mecânica? Controle e automação? Civil? Elétrica? Medicina?

- O que mais eu faço da vida?
Além de estudar? Quase nada. Ajudo na casa de eventos da minha família (com comida muito boa, por sinal - mas eu sou suspeito pra dizer qualquer coisa, porque comida de mãe sempre é melhor), escrevo nesse blog, e gosto de mexer no Photoshop - tanto que faço a publicidade da página da casa de eventos no Face e no site.

- Uma frase?
A revolta é a barreira mais inconsciente que obstrui nossos passos. - autor desconhecido.
Não adianta se estressar, não adianta brigar, não adianta fica puto, isso só vai piorar as coisas.

Um abraço.